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9 de fev. de 2009

Dicas para Ganhar Dinheiro com o Twitter

Algumas dicas para ganhar dinheiro com o Twitter:
  • Consistência: escreva numa frequencia regular. Não suma por 2 semanas e depois volte. Nem entre em frenezi e escreva 400 mensagens de 1h. Ninguém lê, so sorry.
  • Tema: Atenha-se a aquilo que você conhece. E escreva suas opiniões sobre este assunto, pois essas suas opiniões, esse conteúdo que você gera que estará influênciando o anunciante a anunciar com você.
  • MSN: Se você quer ganhar dinheiro com o Twitter em um programa de afiliados, conversas triviais e paralelas devem ser desbastadas. Não é para virar um santo, mas também não precisa mandar um “@felipeveiga Tô comendo pão com manteiga”
  • Relevância: O quão importante é aquilo o que você fala. Se você pensar em uma pessoa, na média, vale a pena seguir aquela pessoa? Os comentários dela são úteis e acrescentam?
  • Social: Twitter tem que ser social. Tem que ter muitos followers, tem que ter amigos, tem que conversar. Twitter é informal por natureza e mesmo você aplicando técnicas para monetizar ele, não se esqueça que o Twitter é uma ferramenta social.


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29 de jul. de 2008

Dicas para Comprar brinquedos. Escolher bons brinquedos para as crianças.

  • Lei as instruções ainda antes de comprar um brinquedo, a indicação de idade e os cuidados do fabricante. As recomendações relacionadas à idade para a qual o brinquedo é indicado leva em conta, entre outros aspectos, a segurança da criança. Se no brinquedo estiver marcada uma idade muito superior ou muito inferior a da criança, pode ser usado inadequadamente e causar lesão;
  • Não compre brinquedos que sejam formados por partes muito pequenas. Essas partes devem ser maiores do que o pulso da criança, pois dessa maneira se previne o sufocamento. Como fazer para saber se o brinquedo atende a essa exigência? A dica é passar as partes dele por dentro do tubo de papelão de um rolo de papel higiênico. Se ela passar, é porque é muito pequena para a criança; Evite brinquedos que possuem partes pequenas que se desprendam.
  • Antes de deixar a criança utilizar o brinquedo, explique para ela o uso adequado do brinquedo;
  • Evite dardos, brinquedos que arremessam objetos ou emitem sons altos. Eles podem machucar os olhos e os ouvidos;
  • Evite brinquedos com cordas, alças ou fitas maiores do que 15 centímetros.
  • Se for comprar brinquedos de pelúcia, observe as peças pequenas, como os olhos, estão bem costuradas. Não compre brinquedos que têm essas partes apenas coladas.


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27 de jul. de 2008

Comprar Brincos. Dicas para comprar Brincos

Os brincos
De argolas: combinam com todos os formatos de rosto, porém são muito esportivos para serem usados com roupa social, exceto quando forrados de brilhos ou diamantes!
Do tipo botão: enfatizam nariz e queixo proeminentes.
Prateados foscos: só brilham nas castanhas, morenas e negras.
Dourados: ficam bem em todo tipo de pele.
Longos: alongam visualmente o rosto (desfavorecem quem tem rosto comprido) e podem ser usados com vários tipos de golas e decotes ("V", redondo, "U", tomara-que-caia, ombro-a-ombro, colarinhos de camisas e golas de paletó).
Em pérolas, em ouro ou brilhante: são adequados a qualquer produção, da esportiva à social.


Rosto redondo
Caem bem: os brincos grandes, longos, em formato de pingente, angulares, soltos, assimétricos e quadrados.Deixe de lado: os pequenos e argolas muito grandes.

Rosto quadrado
Caem bem: os brincos largos, longos e geométricos. Deixe de lado: os redondos, pequenos e triangulares.

Rosto Triangular
Caem bem: os brincos pequenos, circulares e largos.
Deixe de lado: os angulares e pontudos.

Rosto oval
Caem bem: os brincos redondos, ovais e largos. Deixe de lado: os estreitos com elementos pendurados.

Rosto miúdo
Caem bem: os brincos volumosos, que ampliam o rosto, e argolas grossas.
Deixe de lado: os pequenos e compridos.

Rosto graúdo
Caem bem: os brincos pingentes, argolas e de formato oval. Deixe de lado: os pequenos e com formatos geométricos.

Rosto envelhecido com rugas
Caem bem: os brincos pequenos. De preferência os dourados, com pedras brilhantes.Pessoas assim, nunca devem ficar sem brinco.

Rosto longo
Caem bem: os brincos em formato chuveiro, que tenham volume. Deixe de lado: os modelos e pingentes longos.

Para quem usa óculos
Caem bem: os brincos pequenos, em metal ou ouro, que combinem com a roupa, e não com os óculos. Deixe de lado: os grandes e os modelos feitos com material parecido com o da armação.



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25 de jul. de 2008

Comprar perfumes. Escolher um bom perfume.

Existe uma infinidade de perfumes disponíveis no mercado, encontrar um que seja bom e ao mesmo tempo económico, pode ser um desafio.

A classificação existente no mercado divide-se em:
  • Parfum (extracto de perfume), a concentração do óleo perfumado é maior, entre 20% e 35%.
  • Eau de parfum (deo perfume), com menos concentração de perfume (12%-18%).
  • Eau de toilette tem 8%-10% de essência de perfume.
  • Eau de cologne (deo colónia) tem ainda menos concentração de essência de perfume (4-5%).

O custo das várias opções pode variar bastante, mas não deverá olhar apenas para o preço, mas também para a qualidade da fragrância. Um perfume pode ser mais caro, mas como usa menos quantidade de cada vez, poderá durar muito mais tempo que uma deo colónia.

Outra das desvantagens das concentrações inferiores é que tem de ir aplicando mais quantidade ao longo do dia, já que o efeito desaparece mais rapidamente. Por isso tem de levar o frasco atrás.

Por isso a melhor opção é comprar bons perfumes com descontos, e para isto precisa de ter informações actualizadas das principais lojas, para que possa comprar na altura certa, o perfume que mais lhe interessa.

Faça uso da Internet para estes produtos, porque o custo dos envios não costuma ser significativo no custo total do artigo.

O Ebay é um dos sites onde consegue comprar perfumes mais baratos. Se não se importa de esperar, então vá a Perfumes.



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Dicas para as compras. Sugestões para as compras

  1. Planeje as suas compras. Antes de ir às lojas, pense no que você gostaria de dar de presente para as pessoas de sua lista, assim você economiza tempo e terá uma idéia daquilo que está procurando.
  2. Faça as suas compras com antecedência. Não espere para o próprio dia para comprar os presentes. Com mais tempo, você tem mais oportunidade de buscar descontos, comparar preços e encontrar promoções especiais com seus cartões de crédito MasterCard.
  3. Crie um orçamento. Estabeleça um valor para gastar desde o início, que deve ser respeitado. É muito comum gastar demais sem o devido planejamento com as compras de Natal, o que pode levar ao arrependimento na hora de conferir o extrato bancário. Você pode evitar essa situação criando um orçamento.
  4. Não leve dinheiro vivo. Nessa época, todos sabem que as pessoas saem de casa para as compras com mais dinheiro do que o comum. Por isso, evite correr riscos e faça compras mais seguras com seu cartão de débito ou crédito. Além disso, muitas lojas de departamento oferecem descontos para pagamentos a prazo com cartões. Esta é uma maneira de não exceder seu orçamento.
  5. Proteja suas informações pessoais. Tome cuidado ao revelar seus dados pessoais na hora de realizar compras online ou por telefone. Pergunte como essas informações serão utilizadas e quem terá acesso às mesmas. Todo cuidado é pouco na hora de realizar compras pela Internet ou pelo telefone.
  6. Só compre on-line em sites conhecidos. Somente faça compras com empresas que você conhece, confia e que são sérias. Lembre-se que você vai compartilhar com essas lojas seu nome, número do seu cartão e provavelmente seu endereço e telefone.
  7. Verifique a segurança. Na hora de efetuar uma compra online, certifique-se de que a sua conexão com a Internet é segura e de que a transação seja verificada como autêntica. A maioria dos navegadores apresenta um ícone especial, como uma chave ou cadeado, o que indica que o site é seguro.
  8. Verifique os dados da transação. Assegure-se que todas as condições acordadas durante a transação estejam corretas, como a data, informação e preço de envio. Leia a garantia e as políticas de devolução para evitar mal-entendidos.
  9. Guarde os comprovantes. Você deve guardar todos os comprovantes da compra em um lugar fácil de lembrar. Desta maneira a documentação estará disponível para possíveis dúvidas e explicações posteriores.
  10. Presenteie com vale-presentes. Se a busca pelo presente perfeito para seus amigos e parentes não é seu passatempo preferido, existem vale-presentes, que são uma boa opção para cada um escolher seu próprio presente.


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Comprar brinquedos. Melhores brinquedos para as crianças e jovens

Antes de tudo, é importante que o consumidor defina o que vai comprar, dentro de suas condições, levando em conta o gosto, idade e limitações da criança e, que nem sempre, os produtos “da moda” são os mais adequados para a criança em questão. A seguir, faça uma pesquisa de preços, comparando as condições de pagamento e vantagens oferecidas de loja para loja.



Manual de Instrução:
Diversos brinquedos necessitam de manual de instrução e possuem certificado de garantia. Nesses casos fique atento. Verifique a relação de empresas que prestam assistência técnica especializada. O manual deve trazer em português e, em linguagem clara e perecisa, todas as informações sobre o produto, tais como as peças, regras de montagem, modo de usar, se faz parte de alguma coleção, a que idade se destina, e quanto a eventuais problemas que poderá causar se usado de maneira inadequada. Quando se trata de brinquedos a pilha ou bateria, procure saber se estes componentes acompanham a mercadoria.

Embalagem:
Fique atento à embalagem que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, deve corresponder à publicidade impressa nos folhetos, anúncios de jornal, revista ou televisão. Ela também deve trazer a identificação do fabricante ou importador e, quando se destina a crianças de até 3 (três) anos, deve apresentar de forma clara e legível a frase: “não recomendável para crianças até 3 anos”. Alguns brinquedos, como jogos químicos, devem conter na etiqueta principal do produto, rótulos com a palavra “Cuidado” e identificação dos riscos que possam ocorrer, em cor contrastante aos outros dizeres e desenhos.

Selo de Segurança e Qualidade:
Outro dado também a ser observado é que todo brinquedo de ter um selo de segurança fornecido pelo IQB – Instituto de Qualidade do Brinquedo – juntamente com o do Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e qualidade Industrial, o que indica que o produto foi fabricado e comercializado de acordo de acordo com normas técnicas e, indicam também, a que faixa etária da criança o brinquedo é destinado.
Os brinquedos importados seguem as mesmas regras dos nacionais, portanto não estão livres das determinações do código de defesa do consumidor.
Os preços de brinquedos comercializados por marreteiros e vendedores ambulantes, apesar de serem mais baratos, podem trazer problemas ao consumidor. Não há garantia de estarem de acordo com as normas técnicas de segurança, colocando em risco a saúde e a segurança da criança, ale de não der fornecidas notas fiscais ou qualquer informação sobre sua procedência. Desta forma, o consumidor deve avaliar bem a aquisição de produtos, desta maneira, uma vez que não haverá a quem responsabilizar, caso necessário.
Tratando-se de aquisição em feira itinerante, bazar e shopping de descontos (outlets), não deixe de exigir a nota fiscal ou algum documento onde constem o nome, o endereço, o telefone e o CNPJ do fornecedor. Sem esses dados fica difícil identificar o responsável, em caso de problemas.
Fique especialmente atento ao adquirir brinquedo em promoção ou saldos, pois nessas condições de compra nem sempre a loja possui estoque para a troca. Informe-se junto ao vendedor se a criança for presenteada com um brinquedo que já possui, ele poderá ser substituído por outro, mesmo que diferente, e em que condições. Peça que esse compromisso conste por escrito na nota fiscal.
Dê preferência aos fabricantes que se preocupem com os seus direitos e que respeitem o meio ambiente, como, por exemplo, aqueles que se utilizam de embalagens recicláveis. Não jogue as pilhas usadas no lixo comum. Elas contêm substâncias altamente tóxicas. Informe-se sobre os postos de coleta.

Escolhendo o brinquedo ideal:
Selecione brinquedos considerando idade, habilidades, capacidades e interesse das crianças. Avalie qualidade e siga recomendações do fabricante sobre segurança e idade. Para lactentes evite brinquedos com partes pequenas, que podem oferecer risco de sufocação ou aspiração. Considere utilizar testadores de peças pequenas de brinquedos. Dica: utilize uma embalagem de filme fotográfico como referência. Selecione brinquedos leves que não causarão perigo caso caiam sobre a criança. Certifique-se de que os materiais dos brinquedos são atóxicos. Evite brinquedos que produzem ruídos altos. Para crianças com menos de cinco anos, evite brinquedos com pontas, bordas afiadas, ou que possua qualquer objeto de arremesso ou lançamento. Brinquedos com correntes, tiras e cordas com mais de 15 cm devem ser evitados. Após brincadeiras com balões, descarte-os juntamente com eventuais pedaços, para evitar risco de aspiração.

Manutenção:
Inspecione os brinquedos novos e antigos com regularidade. Observe ruptura, partes soltas e outros riscos potenciais. Faça os reparos imediatamente ou tire-os do alcance das crianças. Use tintas "atóxicas" para repintar brinquedos, caixas ou móveis de crianças. Verifique as partes móveis, para certificar-se de que elas estão presas com segurança.

Armazenamento:
Forneça local seguro para que as crianças guardem brinquedos. Selecione um baú ou caixa para armazenamento de brinquedos que seja ventilada, isenta de dispositivos de travamento que possa prender os dedos ou cair sobre a cabeça da criança. Ensine as crianças a guardarem os brinquedos após o uso, de modo a evitar lesões quando tropeçam, escalam ou caem sobre eles. Brinquedos destinados a crianças com mais idade devem ser guardados em prateleiras altas ou em armários fechados.

Evitando acidentes:
A maioria dos acidentes envolvendo brinquedos acontece quando se tropeça ou se pisam em brinquedos desarrumados. Mas os acidentes mais relacionados com o brinquedo em si, têm a ver com a existência de peças pequenas que são engolidas ou aspiradas, introduzidas no nariz ou nos ouvidos. Ainda outro acidente que pode ter conseqüências graves são os entalões em mecanismos de dobragem (carrinhos de bonecas, tábuas de engomar, etc.) e que podem provocar cortes mais ou menos profundos, ou mesmo amputações, nos dedos frágeis das crianças. A própria embalagem do brinquedo, sobretudo quando é de plástico, pode representar um perigo de asfixia. Por isso convém guardar as referências do brinquedo, mas inutilizar a embalagem.
A lei dos brinquedos procura garantir que os brinquedos, quando utilizados para o fim a que se destinam, não sejam susceptíveis de pôr em perigo a segurança, a saúde ou a vida das crianças. Assim, quando os brinquedos são colocados no mercado Comunitário, devem obrigatoriamente possuir as seguintes indicações:
Muitos fabricantes indicam a idade recomendada através de um Símbolo gráfico para aviso de idade, o que poderá orientar os pais para a escolha de um brinquedo com características pedagógicas mais adequadas. Este símbolo significa que o brinquedo em causa não deverá ser dado a crianças com menos de 3 anos de idade, devido ao risco de poder causar acidentes graves. O símbolo terá que ser colocado no brinquedo ou na embalagem em que é comercializado, acompanhado da indicação do risco associado.


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22 de jul. de 2008

Crédito Habitação

Quando vai comprar a sua casa, escolha o melhor crédito de modo a poder poupar dinheiro na sua conta. Há várias estratégias de reduzir a prestação mensal do crédito à habitação que paga ao seu banco. Confira em baixo qual a melhor solução para o seu caso.


Negociar o valor do Spread
A solução ideal é convencer o seu banco a descer o spread.
O primeiro passo é ver os spreads praticados por outros bancos e pedir simulações - se paga mais de 1,5% é mau. Depois confronte o seu gestor de conta e peça-lhe uma taxa mais favorável.


Baixar o arredondamento das taxas de juro
Nos últimos anos os bancos encontraram uma forma de compensar a descida das taxas: os arredondamentos à taxa. Antigamente arredondava-se a milésima hoje é ao 14 ou 1/8 . Exemplo: Se a sua taxa é de 2,85% e houver um aumento de 0.25%, ela deveria passar para 3.1%. Mas se o contrato previr um arredondamento de um quarto, ela subirá automaticamente para 3,25%. O problema é que não é fácil negociar com os bancos o arredondamento, a menos que o seu contrato seja novo. Mas não custa nada tentar.


Alargar o prazo de empréstimo
Aumentar o prazo do empréstimo ate aos 40 ou 50 anos já é possível. O único problema é que no fim paga mais juros.


Solicitar um período de carência
Durante um determinado período de tempo ( cinco a dez anos) paga apenas juros e não amortiza o empréstimo que pediu, reduzindo assim a sua prestação. Esta é, no entanto, uma solução com custos mais altos avisa João Fernandes da Proteste.
Porque passado o tempo de carência, a prestação fica mais alta e paga-se mais juros. Em contrapartida, tem uma vantagem para quem está no início de carreira e não tem muito dinheiro: adiar para mais tarde para uma prestação maior.


Diferir o capital
A possibilidade de passar para o fim do contrato uma parte do empréstimo é outra solução, sobretudo para quem está muito aflito, mas tem custos acrescidos. A prestação baixa no início, mas na prática a pessoa paga juros sobre a totalidade do empréstimo e só amortiza 80% do mesmo.



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Negociar o spread com o Banco

Devemos expor claramente a situação e perguntar quais as opções para amenizar o valor da prestação. Independentemente da resposta da instituição bancária, há que consultar outros concorrentes, informando que pretendemos transferir o crédito, no sentido de obter uma prestação mensal de valor mais reduzido.

Existem várias formas de conseguir uma prestação mais baixa: aumentar o prazo do empréstimo; solicitar a fixação de um valor residual de dez a 30 por cento do valor do empréstimo, para liquidar numa prestação única no último ano do mesmo (cuidado, pois, no final, terá de pagar de uma só vez este valor; por isso,é melhor começar a poupar); solicitar a fixação da prestação para os próximos cinco ou dez anos (embora, neste caso, o spread vá ser, certamente, mais alto)... porém, tenha em atenção as contrapartidas que cada propostas implica, isto é, seguros, cartões de crédito, etc.
Para baixar a taxa de juro, faça valer a sua posição de cliente, como os produtos contratados e o facto de a casa valer mais hoje do que o montante que tem em dívida.
A resistência à negociação é maior nos consumidores que já têm um crédito há vários anos. Mais
de metade nunca tentou sequer melhorar as condições junto do seu banco e quase 90% mantém-se. Tendo em conta que estes empréstimos foram contratados há sete anos, em média, altura em que as taxas de juro e os spreads estavam acima das actuais (os melhores em cerca de 1%, quando hoje rondam 0,5%), podemos concluir que estão a perder muito dinheiro.



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Crédito Pessoal.

Como proceder para obter um bom Crédito pessoal:


1º Definir o montante que realmente necessita
Há empresas que concedem maiores créditos, outras apenas até determinado valor.
Uma pequena pesquisa a posts antigos facilmente fará com que elabore uma pequena lista de empresas de crédito pessoal na qual deverá observar atentamente as condições.

2º Realizar simulações
Observar as melhores taxas para o crédito que precisa, o tempo em que a empresa permite que pague e as condições desse mesmo pagamento.
Não caia no erro de pedir crédito à primeira empresa com que deparar, isso pode ser o principio de uma grande dor de cabeça.

3º Assegurar-se da credibilidade da empresa de crédito.
Escusado será dizer que ninguém quer fazer um crédito automóvel numa empresa onde após uma pequena pesquisa se descobre que é de pouca confiança.
O Google hoje em dia é uma ferramenta que facilmente se utiliza para encontrar tal informação e aqui no Credito Pessoal também se descobrem pormenores acerca de algumas empresas cujas pessoas tiveram experiências menos boas e que estão relatadas nos comentários.

Em resumo, que seja crédito pessoal, crédito ao consumo, crédito automóvel, crédito a habitação entre outros,. Decida o que precisa, veja quem lhe pode dar isso mesmo e dentro das opções disponíveis tente descobrir as que têm as melhores condições e credibilidade.



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21 de jul. de 2008

Comparar crédito à habitação dos bancos

1. TAE
A TAE é, individualmente, a variável mais importante na escolha de um crédito. A TAE reflecte o custo total do empréstimo, incluindo indexante (Euribor), spread e outros custos (e.g., seguros). Como é evidente, quanto mais baixa, melhor.

2. Produtos necessários subscrever para o crédito
Para se poder beneficiar das melhores taxas os bancos obrigam à subscrição de variados produtos, como cartões de crédito, seguros, PPRs e outros. É importante ter este ponto em atenção, pois pode originar despesas e obrigações não desejáveis.

3. Comissões por amortizações antecipadas
Hoje em dia as comissões por amortizações antecipadas estão limitadas por lei, mas alguns bancos não chegam sequer a cobrar qualquer comissão em certos casos (e.g., amortizações até 50% do capital em dívida), é uma questão de procurar.

4. Taxas promocionais e sua duração
Com a alta das taxas de juro é frequente os bancos oferecerem no primeiro ano (e por vezes no segundo) spreads promocionais, ou mesmo spreads de 0%, que podem gerar poupanças adicionais.

5. Método de revisão da Euribor
Nas datas de revisão da Euribor os bancos utilizam diferentes métodos de cálculo da mesma. O mais normal é o valor da Euribor ser a média das taxas Euribor respectivas do mês anterior e, na minha opinião, o método mais simples.

6. Euribor a 365 ou 360 dias
A regra geral é o cálculo da Euribor ter por base os 365 dias, mas os 360 dias são mais favoráveis para o consumidor. Se conseguir encontrar um banco que utilize o cálculo a 360 dias, melhor.

7. Juros calculados diariamente ou mês a mês
Quando um banco calcula os juros diariamente (embora só os credite no final do mês), o valor da prestação varia mês a mês, o que é pouco agradável. É preferível optar pelos produtos com juros calculados mensalmente, pois sabemos que a alteração do valor da prestação só pode ter origem numa mudança de taxa (indexante ou spread).

8. Euribor
Qual a Euribor subjacente ao crédito? 3, 6 ou 12 meses? Normalmente as Euribor de menor prazo são taxas ligeiramente menores, mas como as revisões são mais frequentes também reflectem mais rapidamente quaisquer subidas.

9. Spread
Ainda que o spread esteja reflectido na TAE, é sempre um ponto a ter em conta, pois reflecte a rentabilidade e o risco que o banco está a assumir ao disponibilizar o crédito.

10. Seguros e outros custos
Os seguros, tal como o spread, também estão reflectidos na TAE, mas é interessante verificar qual o impacto mensal/anual que a componente dos seguros irá ter no total da prestação.



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Poupar dinheiro. Ganhar dinheiro. Economizar.

Economizar não é somente reduzir ou parar de gastar. É muito mais:
  • A energia também é dinheiro, apague a luz quando ainda obtiver luz solar, pois além de ajudar ao seu bolso, você ajudará o nosso planeta.
  • A mesma coisa em relação a água, economize água, fechando a torneira ao escovar os dentes, não lavando calçadas, enfim, caso queira saber mais sobre como economizar água, click aqui.
  • Ao em vez de assistir muita Tv, sai caminhar com seu cão de estimação, caso não tenha, adote um ou convide um amigo para caminhar todas as tardezinhas.
  • Não ouça mais o rádio, ou seja, ao invéz de ligar o rádio e ouvir a música, cante, pois quem canta seus mares espanta. Brincadeirinha...HauhAuhaU...
  • Economize no momento da compra do mercado, ou seja, adquira produtos de boa qualidade em promoção, mesmo que seja necessário dividir a compra em dois mercados ou mais.
  • Não ande somente de carro e moto ou qualquer que seja seu veículo, ande de bicicleta, pois é um meio de transporte que faz bem a saúde e não polui.


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Como baixar a prestação da casa?

1. Como devo proceder para baixar a prestação da casa?
De acordo com a Deco, se já tem um contrato com um banco, negoceie as melhores condições. Se considera o seu ‘spread’ elevado, negoceie a diminuição. Apresente os seus argumentos, como, por exemplo, já ter pago uma parte da dívida e o facto dea casa já ter valorizado.

2. E se mesmo assim não ficar satisfeito?
Manifeste a vontade de transferir o crédito para a concorrência. Peça simulações a vários bancos e apresente as propostas mais vantajosas ao seu banco.

3. Pagar prestações mais baixas no início de vida do empréstimo é compensador?
A publicidade dos bancos é aliciante. Só que por vezes pagar prestações mais suaves pode traduzir-se em empréstimos 10% mais caros, segundo a Deco.

4. Quais são os cuidados a ter nesta situação?
Deve ter em atenção que, ao contrário do crédito tradicional em que as prestações são compostas por juros e capital, na carência só paga juros num máximo de 12 a 120 meses, variando consoante o banco. No entanto, a prestação nem sempre se mantém inalterada. Desde que a taxa de juro seja variável, o valor mensal a pagar estará também sujeito a flutuações.

5. O que fazer para evitar oscilações?
Opte por um crédito com taxa fixa ou negoceie um com carência conjunta de capital e juros. A vantagem é ajudar numa fase da vida em que os rendimentos não são elevados, mas em que se preveja uma melhoria da situação no futuro.

6. Quais são as desvantagens?
O empréstimo fica mais caro no total. Terminado o período de carência, a dívida está igual ao dia da contratação, pois apenas esteve a pagar juros.



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Como amortizar dívidas do cartão de crédito?

As divídas do seu cartão de crédito cresceram muito e você tem dificuldade em amortizá-las. Conselhos do que fazer e não fazer:


Não crie novas dívidas : regra nº 1
Levantar uma nova dívida para quitar outra não resolve o problema, muito ao contrário. Em geral, você acaba optando por alongar o prazo para reduzir o valor da prestação, o que implica em gastos ainda maiores com juros.
Consolidar várias dívidas em uma única é outra solução que exige cautela, já que, em muitos casos, as condições oferecidas não são tão vantajosas, ou têm duração muito limitada, de forma que você não resolve o problema.


Economize onde conseguir
Mas, então, o que fazer? Abaixo selecionamos algumas dicas simples que podem ajudá-lo a economizar em suas despesas mensais, o que certamente deve contribuir para o pagamento da sua dívida.


Não gaste com coisas supérfluas
Não perca de vista a sua prioridade financeira no momento: pagar integralmente o saldo devedor do seu cartão. Suas decisões de consumo devem levar esta meta em consideração. Portanto, nada de comprar roupas ou sapatos novos, brinquedos para as crianças, CDs novos etc.
Todos esses gastos podem esperar até você pagar a dívida do seu cartão. Aqui vai uma lembrança: segundo o IBGE, na média nacional brasileira, os gastos com vestuário, despesas pessoais e diversos respondem por entre 2,30% e 4,68% das despesas totais. Assim, ao reduzi-los pela metade, você cortaria entre 1,15% e 2,34% das suas despesas.


Reorganize o seu lazer
O objetivo aqui não é propor que você se tranque em casa e não faça mais nada até que a sua dívida esteja paga, mas que tenha mais controle na hora de gastar. Assim, que tal trocar o cinema com amigos, que só em entradas, pipoca e refrigerante pode custar mais de R$ 40, por um vídeo em casa, que lhe custará algo como R$ 10 e garante o mesmo divertimento?
O momento é de economizar. Segundo o IBGE, as despesas com recreação representam 1,97% das despesas totais das famílias brasileiras. Corte-as em um terço e você terá economizado 0,65% dos seus gastos.


Poupe no celular e telefone
Muitas das despesas que pesam no nosso orçamento hoje em dia não faziam parte dos gastos das famílias na década de 80. Um exemplo disso são os gastos com telefone celular. Use o seu telefone de forma consciente: se você sabe que a pessoa com quem quer falar está em casa, opte por ligar no telefone fixo. Os custos são bem menores.


Economize com alimentação
Cortar gastos supérfluos e não essenciais ajuda. Porém, dependendo do tamanho da sua dívida no cartão, pode não ser suficiente. Assim, é preciso fazer um esforço para cortar os grandes gastos. E um item que pesa bastante no orçamento de qualquer família é o gasto com alimentação.
Opte por alimentos frescos da estação, ao invés de congelados. Pesquise produtos de marcas próprias. Ao invés de pedir pizza para entregar em casa, o que facilmente lhe custaria R$ 35, com refrigerante incluído, opte por comprar uma pizza semi-pronta e fazê-la em casa. Desta forma você economiza quase R$ 25! Faça as contas do número de vezes que pede pizza e veja o quanto pode economizar.
Os gastos com alimentação respondem por 17,10% das despesas das famílias brasileiras. Siga as dicas acima, que você facilmente corta estes gastos em 10%.


Poupe nos transportes
Tomando como base o levantamento da ANP (Associação Nacional de Petróleo) quanto ao preço dos combustíveis no País, pode-se verificar que tanto no caso da gasolina quanto no do álcool há diferença de preços mesmo dentro de uma mesma cidade como São Paulo e Rio de Janeiro.
Por sua vez, os gastos com transporte das famílias equivalem a 15,19% das despesas totais. Uma boa pesquisa de preços em postos confiáveis, assim como o uso mais consciente do seu carro, pode permitir uma boa economia.


Use melhor o seu dinheiro
Economizar é apenas parte do problema. Para ser bem-sucedido, você precisa aprender a tomar decisões mais inteligentes para o seu dinheiro. Quando sair às compras, faça uma lista e deixe o cartão em casa. Antes de comprar, pergunte-se: será que eu preciso ou quero isso?

Em caso afirmativo, pague à vista, de preferência em dinheiro. Isso faz com que você tenha uma consciência maior do gasto, do que a simples assinatura de uma fatura ou cheque. Não vá ao shopping para “passar tempo”. Ao invés disso, procure outras atividades para ocupar a sua mente: leia um livro, dê um passeio com o seu cachorro, vá ao parque.


Tente renegociar as suas dívidas
Se, mesmo após todos esses cortes, você perceber que não conseguirá quitar a sua dívida rapidamente, mantenha o plano de redução dos gastos, e entre em contato com o banco emissor do cartão para tentar uma renegociação da dívida. Agora que tem uma idéia mais clara das suas despesas e do potencial de economia mensal, você está mais preparado para renegociar.

Caso tenha acumulado dívidas em mais de um cartão, dê preferência para aquele cujos juros são mais altos. Mas mantenha o pagamento mínimo do outro cartão em dia. Após pagar as suas dívidas, cancele o cartão cujos juros são mais altos e mantenha apenas o outro. No seu caso, que tende a usar o cartão para crédito, é importante optar pelo cartão que cobra juros mais baixos.



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Crédito ao Consumo

O interessado em adquirir um bem de consumo dirige-se a um estabelecimento comercial e, depois de escolher o produto que pretende comprar, celebra um contrato com uma empresa ou um banco, que se disponibiliza a pagar ao estabelecimento, cobrando depois ao comprador do produto, as prestações respectivas, bem como os juros pelo empréstimo.

Esta é, de forma simples, a situação mais corrente.

Tomemos como exemplo, os automóveis, dado que são estes bens que normalmente originam problemas judiciais.
Se eu, cliente, pretendo adquirir um carro, dirijo-me a um Stand de Automóveis, escolho o carro e a forma de pagamento. Prontamente são-me indicadas quais as formas de pagamento que tenho à minha disposição.

Analisemos então aquela que é a mais corrente e comum: O financiamento através de uma empresa financeira.
Quando o cliente opta por esta por esta modalidade de pagamento, quer dizer que vai celebrar com uma determinada empresa, um contrato de mútuo (empréstimo de dinheiro).
Este contrato é celebrado por escrito. Isto é, o cliente assina um formulário, normalmente em duplicado, devendo ficar o original na posse da empresa de crédito e um duplicado na posse do cliente.
Todas ou quase todas as empresas financeiras, exigem no momento da celebração do contrato, a assinatura em branco de uma livrança para garantia do pagamento do empréstimo.
Tal garantia é assinada pelo cliente e pelos seus fiadores.

Assina-se ainda, uma autorização de preenchimento de livrança em branco. Ou seja, a empresa financeira fica com o direito de preencher a livrança pelo valor que entender, com a data de vencimento que entender.
Anexo a este contrato em regra, existe um plano de pagamentos mensais, discriminados, donde consta o valor da prestação total, e a composição dessa prestação; isto é, qual é que é o valor que representa a amortização do empréstimo e qual é o valor de juros. Estas duas parcelas dão o valor da prestação mensal.

Se o cliente cumprir regularmente o contrato acordado, não deverão surgir quaisquer problemas.

Porém, se o cliente por qualquer motivo (razões de saúde, desemprego, etc…etc…), não puder cumprir pagando mensalmente as prestações, tal incumprimento dá o direito à empresa financiadora de preencher a livrança, com o valor que entender ainda estar em dívida, acrescido da sanção por incumprimento (normalmente uma taxa de juro estabelecido a título de clausula penal), bem como dos juros de mora (juros provenientes do atraso no pagamento da prestação), que podem acrescentar-se aos juros “normais” do empréstimo.

Depois de preenchida e apresentada a pagamento tal livrança, se esta não for paga no prazo dado pela empresa, dá-se início ao procedimento judicial.
Esta procedimento consiste em remeter o processo de cobrança a um Tribunal, o qual logo que recebe o processo, nomeia um Solicitador de Execução para penhorar os bens que os devedores (cliente e fiadores) tenha em seu nome.

A penhora feita pelos Solicitadores de execução pode ser apenas o desconto de 1/3 no ordenado dos devedores, ou pode ser sobre a casa, mesmo que esteja hipotecada ao banco, ou sobre o carro. Depois de feita a penhora, o Solicitador de Execução notifica o devedor (cliente e fiador), para que estes apresentem a sua defesa.

Mas, mesmo que se defendam, o processo da penhora não se suspende, seguindo o seu curso normal até terminar na venda dos bens penhorados (menos no caso de salário ou de pensão de reforma. Neste caso, só termina quando for paga a dívida).

Vendidos os bens penhorados, faz-se um “encontro de contas”, entre o que se apurou com a venda dos bens e o que o devedor deve à empresa financeira.
Nesta fase, a dívida do devedor está já muito elevada, pois já tem que pagar custas judiciais do processo, honorários e despesas do solicitador de execução, e a dívida à empresa, bem como os juros de mora que se foram vencendo enquanto decorreu o processo.

Acontece frequentemente, que, tendo sido feita a venda, o montante apurado não seja suficiente para pagar todas as importâncias em dívida, continuando-se neste caso, o processo para penhora de outros bens, que podem ser os salários dos devedores e dos fiadores (se for um casal, podem ir buscar ao salário do marido ou da mulher).

Quem se vê na circunstância de ter comprado um carro, por exemplo, e quando passados uns meses vê que não consegue cumprir o contrato, tem tendência para entregar o carro à empresa financeira e acreditar que liquidou toda a sua dívida.

Infelizmente, a verdade não é essa.

Se, por qualquer motivo alheio à vontade do devedor, chegar à conclusão que não se pode cumprir o contrato, NÃO DEVE ENTREGAR O BEM À EMPRESA FINANCEIRA.

Deve sim, tentar vender o bem particularmente, pois renderá sempre mais do que se o entregar por conta da dívida.

Depois de o vender deve negociar com a empresa, o valor total da dívida e os juros e outras penalizações da sua responsabilidade, pagando o que puder pagar, e estabelecendo um novo plano de pagamento se for caso disso.

O que tem acontecido, na maioria dos casos que chegam a Tribunal, é que os devedores, entregam os carros (por exemplo), pensando que estão a liquidar a dívida toda, porque já pagaram algumas prestações. NÃO É VERDADE!

Ao entregarem o bem, este será vendido por preço que não é suficiente, às vezes nem chega a metade do valor em dívida, e as pessoas ficam sem o vem e com uma dívida enorme para pagar, embora a grande maioria afirme que pensou que entregando o carro, porque só tinha dois ou 3 meses, ficava a dívida paga, pois juntando o valor do carro e as prestações já pagas, estaria praticamente liquidada a dívida.

Ora, não é assim que as coisas se passam.

Já aconteceu, que os carros comprados com um financiamento de 10.000,00 euros, (que com os juros atingirá cerca de 12.000,00 ou 13.000,00 euros) 6 meses depois, entregues pelo devedor à empresa financeira, tendo já sido pagas 6 prestações, o mesmo carro é vendido por 4.000,00 ou 5.000,00 euros, e as prestações já pagas juntamente com o valor apurado nesta venda, ficam muito abaixo dos 12.000,00 ou 13.000,00 euros que o cliente e os seus fiadores são obrigados a pagar pelo financiamento.

A única forma de evitar conflitos que acabam em Tribunal e que na maioria dos casos são prejudiciais ao comprador/devedor, é este, logo que verifica que não tem possibilidades de cumprir o acordado com a empresa financeira, tentar renegociar o crédito, propondo prestações mais baixas a pagar num prazo mais largo, ou, até mesmo, vender o carro, e liquidar o máximo possível de prestações, de modo a que fique a dever menos dinheiro.

Mesmo agindo assim, deverá ter-se em conta, que o valor que fica em dívida, poderá ser renegociado de modo a que as prestações não se tornem insustentáveis para o devedor.

A maior parte das pessoas, desconhece que pode e deve tentar renegociar o contrato.

Nas situações em que um devedor veja que não tem capacidade de renegociar o contrato em causa, deverá de imediato procurar um Advogado, para que este possa fazer a renegociação em seu nome.

Se a pessoa não possuir capacidade económica para pagar a um Advogado, deve dirigir-se à Segurança Social, pedindo Apoio Judiciário na modalidade de nomeação de Advogado.

20 de jul. de 2008

Crédito

1 – Evite tomar crédito por necessidade
É muito ruim alguém precisar de crédito para resolver seus problemas financeiros. Isso geralmente acontece em situações de emergência ou aperto e as chances de fazer um mau negócio são grandes. Quem precisa de crédito com pressa não se dá o direito de escolher as melhores opções.

2 – O crédito bom
Crédito bom é aquele que oferecem e você não precisa. Usa se quiser, e apenas para aproveitar boas oportunidades que façam você ganhar mais do que os juros que vai pagar.

3 – Compare taxas, tarifas e demais condições
Quando for realmente necessário tomar crédito, pesquise, consulte, compare. Não olhe apenas o valor dos juros. Há muito mais coisas que influem no custo final das operações.

4 – Seja pontual
Evite pagar seus compromissos com atraso. Além da incidência de juros e multas isso coloca você na cesta dos maus pagadores e na próxima vez que você precisar de crédito terá que pagar mais caro.

5 – Ofereça garantias em troca de menores taxas
Quanto menor o risco da operação, menor deve ser a taxa de juros.

6 – Seja organizado
Evite endividar-se. Isso inclui fazer compras a prestações, parcelar o cartão de crédito e emitir cheques pré-datados. É isso mesmo. Isso também deixa você endividado. Mas se for realmente necessário, mantenha o controle sobre os saldos, os vencimentos e o nível de endividamento. Não pague juros ou multas por falhas nos controles.

7 – Guarde os recibos de pagamento
Não são raras as confusões e cobranças em duplicidade. Se você não puder comprovar que já pagou, terá que pagar novamente.

8 – Negocie
Não aceite as primeiras taxas e condições que lhe oferecerem. Sempre é possível obter alguma melhoria. Os investidores buscam boas oportunidades para aplicar seus recursos. Demonstre que você é um bom tomador e consiga melhores condições.



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Cartão de Crédito.

Aproveite bem seu cartão
As dificuldades das pessoas com o cartão não vêm necessariamente da falta de dinheiro, mas da falta de planejamento. Separei algumas dicas super simples, mas nem sempre óbvias:

  • Pague a fatura do seu cartão em dia. A taxa de juros usada na rolagem de dívidas do cartão é das mais altas praticadas hoje em dia no mercado. Fuja dela;
  • Conheça e respeite a data de vencimento. Procure defini-la de forma a garantir que haja dinheiro suficiente para o pagamento da fatura naquela data. Lembre-se também de dar atenção ao prazo de fechamento, período entre o fechamento da fatura e seu pagamento, quando as compras só aparecerão no extrato do mês seguinte. Se não estiver satisfeito com o prazo, ligue e renegocie-o junto à operadora;
  • O cartão de crédito não é dinheiro grátis. Pode parecer besteira, mas a visão infantil do crédito ainda existe em algumas famílias. Usou, pagou, lembre-se sempre disso;
  • O cartão de crédito não é um substituto ao dinheiro vivo. Procure pagar suas contas e usar cédulas no seu dia-a-dia, deixando o cartão de crédito apenas para parcelamentos maiores e compras cujo o prazo até a próxima fatura seja vantajoso;
  • Mantenha contato próximo com o emissor do cartão e sua bandeira. Não deixe para queixar-se apenas em casos mais críticos. Reclame de um eventual atraso da fatura, de um valor cobrado indevidamente, de um acordo não cumprido. Faça valer seus direitos e mostre que você é um cliente preocupado e participativo.


Se usar seu cartão de crédito com responsabilidade, você estará fortalecendo o seu futuro financeiro. O crédito é uma ferramenta importante, mas que deve ser usada com inteligência. Evite algumas armadilhas:

  • Seu cartão de crédito não é um segundo salário. Ponto. Assim, use-o como uma ferramenta, não como uma solução para todos os seus problemas;
  • Aprenda a matemática básica das finanças pessoais. Gaste menos do que você ganha. Com o cartão, preste atenção aos dias em que sai com a família e com aquelas ocasiões onde está sem dinheiro (cédulas) na carteira. Corra para casa e esconda-se lá;
  • Lembre-se dos juros ao efetuar pagamentos atrasados. Quanto mais demorar a pagar, maior será sua dívida. Simples assim. Além disso, sempre acabam incidindo taxas adicionais e maiores complicações na obtenção de novo crédito no futuro. Evite transtornos pagando tudo em dia;
  • Não brinque com o limite. Na dúvida, peça por limites de crédito mais baixos. Evite esticar demais as possibilidades de gasto, pois as chances de dívidas e juros maiores se transformarem em pesadelo são igualmente proporcionais aos “abusos” que você pode cometer.
  • Não tenha vergonha. Se por acaso houver algum problema no pagamento da fatura, não hesite em telefonar para fazer um acordo. Quanto mais tempo se passar sem que você tome alguma providência, pior será a situação. Atitude é tudo!
  • Encare com seriedade seu orçamento doméstico. Use o cartão de crédito apenas em ocasiões onde ele é realmente interessante, lembrando de jamais rolar dívidas e pagar apenas a parcela mínima.


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Poupar no seguro.


  • Analise o mercado antes de contratar um seguro. Para o mesmo nível de cobertura e capital seguro há grandes variações de preço. No seguro automóvel com cobertura de danos próprios as diferenças podem ir até mil euros anuais.
  • Faça um levantamento dos seguros que tem, para evitar a duplicação de coberturas. Os cartões de crédito e débito têm seguros associados. Descubra o que cobrem.
  • Contrate só mesmo aquilo de que precisa e com o limite de capital adequado. As seguradoras vão tentar vender-lhe coberturas adicionais.
  • Evite o pagamento semestral, trimestral ou mensal dos prémios, pois isso implica um custo adicional, proporcional ao número de prestações.
  • Uma forma de baixar o prémio de um seguro automóvel com cobertura de danos próprios é optar por uma franquia ( valor até ao qual a seguradora não paga ) mais elevada. Por norma, as franquias correspondem a 2% do valor do veículo, mas uma franquia, por exemplo, de 12%, pode reduzir o prémio para metade.
  • Por norma, as seguradoras telefónicas oferecem preços mais reduzidos. A oferta, porém, limita-se aos seguros para automóvel e casa.


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Poupar na electricidade e gás.

  • Ajuste a potência eléctrica instalada na sua casa às suas reais necessidades.
  • Veja se a tarifa bi-horária da EDP ( aquela que prevê preços mais baixos à noite e aos fins-de-semana ) é adequada para si. No site da EDP ( http://www.edp.pt ) encontrará um simulador.
  • Compre electrodomésticos que consumam menos electricidade, olhando para a etiqueta energética, que vai da classe A ( mais eficiente ) à G ( menos eficiente ).
  • Desligue a tv, a aparelhagem e o leitor de DVD directamente no aparelho e retire da tomada a ficha do computador e dos periféricos.
  • Desligue o descodificador de T.V. quando não está em uso.
  • Lave a roupa a 40 º em vez de 60 º ( poupa 55 % de energia ).
  • Utilize o programa económico da máquina de lavar loiça.
  • Reduza o tempo de secagem da máquina de secar roupa em dez minutos.
  • Desligue o ferro de engomar cinco minutos antes de acabar de passar a ferro.
  • Descongele o frigorífico sempre que a camada de gelo for superior a três milímetros.
  • Troque as lâmpadas incandescentes por economizadoras ( permitem poupar mais de 80 % de energia ).
  • Desligue as luzes nas divisões não utilizadas.
  • Desligue o forno dez minutos antes do final da cozedura.
  • Isole melhor a sua habitação,nomeadamente telhados, janelas e portas.
  • Deixe os alimentos arrefecerem antes de os colocar no frigorífico.
  • Não deixe a chama-piloto do esquentador constantemente acesa.
  • Use uma tampa na panela quando estiver a aquecer ou a cozinhar.
  • Baixe o lume dos cozinhados quando estes começarem a ferver.
  • Desligue o lume um pouco antes de terminar o cozinhado.


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Poupar no supermercado.

  • Estipule, previamente, o valor que quer gastar e leve consigo uma calculadora para controlar as despesas.
  • Vá às compras com tempo, para poder comparar preços e produtos.
  • Antes de ir às compras faça uma lista do que precisa e não saia dela.
  • Não entre no supermercado de barriga vazia, pois tenderá a comprar mais comida do que aquela de que realmente necessita.
  • Consulte os folhetos deixados na caixa do correio.Pode valer a pena deslocar-se a um supermercado um pouco mais distante para comprar um produto específico mais barato.
  • Reparta as compras por vários tipos de estabelecimentos. Poe exemplo, fruta,legumes,carne e peixe não são o forte dos hipers.
  • Compare preços por unidade de medida. No que respeita aos produtos embalados, na maior parte dos casos, fica mais barato comprar embalagens grandes.
  • Utilize as promoções com inteligência. Se não precisa, não compre !
  • Experimente os produtos brancos. Em alguns casos, são de qualidade igual ou até superior aos de marca e podem ser até 30 % a 50 % mais baratos.
  • Deixe de comprar água engarrafada, beba água da torneira. Se beber o recomendado, um litro e meio por dia, pode poupar mais de 140 E /ano.
  • Consulte a lista que a DEco/Proteste publica todos so anos, para descobrir o supermercado mais barato da sua zona. è possível poupar sem percorrer grandes distâncias.
  • Evite comprar seja o que for em estações de serviço, onde tudo é mais caro.
  • Cultive,em casa,as suas próprias ervas aromáticas( salsa, coentros, etc... ).

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19 de jul. de 2008

Crédito à Habitação

No momento de comprar casa, escolha o melhor crédito de forma a poder poupar dinheiro na sua
Há várias formas de reduzir a prestação mensal do crédito à habitação que paga ao seu banco . Veja qual a melhor solução para o seu caso.


Negociar o Spread
A solução ideal é convencer o seu banco a descer o spread.
O primeiro passo é ver os spreads praticados por outros bancos e pedir simulações - se paga mais de 1,5% é mau. Depois confronte o seu gestor de conta e peça-lhe uma taxa mais favorável.


Baixar o arredondamento
Nos últimos anos os bancos encontraram uma forma de compensar a descida das taxas: os arredondamentos à taxa. Antigamente arredondava-se a milésima hoje é ao 14 ou 1/8 . Exemplo: Se a sua taxa é de 2,85% e houver um aumento de 0.25%, ela deveria passar para 3.1%. Mas se o contrato previr um arredondamento de um quarto, ela subirá automaticamente para 3,25%. O problema é que não é fácil negociar com os bancos o arredondamento, a menos que o seu contrato seja novo. Mas não custa nada tentar.


Alargar o prazo
Aumentar o prazo do empréstimo ate aos 40 ou 50 anos já é possível. O único problema é que no fim paga mais juros.


Pedir um período de carência
Durante um determinado período de tempo ( cinco a dez anos) paga apenas juros e não amortiza o empréstimo que pediu, reduzindo assim a sua prestação. Esta é, no entanto, uma solução com custos mais altos avisa João Fernandes da Proteste.
Porque passado o tempo de carência, a prestação fica mais alta e paga-se mais juros. Em contrapartida, tem uma vantagem para quem está no início de carreira e não tem muito dinheiro: adiar para mais tarde para uma prestação maior.


Diferir o capital
A possibilidade de passar para o fim do contrato uma parte do empréstimo é outra solução, sobretudo para quem está muito aflito, mas tem custos acrescidos. A prestação baixa no início, mas na prática a pessoa paga juros sobre a totalidade do empréstimo e só amortiza 80% do mesmo.



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